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Archive for julho \26\UTC 2009

Explicar é banal

Tudo o que vi no filme “O carteiro e o poeta” foi simplicidade e delicadeza,  tudo o que eu mais precisava absorver. Não há como não se envolver com toda a ingenuidade doce do personagem e de suas descobertas despertadas pelo poeta Pablo Neruda. É encantador o diálogo entre os dois sobre o significado de metáforas. “…Quando tentamos explicar, a poesia se torna banal. Melhor do que qualquer explicação é a experiência das emoções que a poesia revela para uma alma disposta a compreendê-la”, disse o poeta ao carteiro. 

Prova disso é a cena em que Neruda pergunta ao carteiro, filho de pescador: Como são as redes de pesca? Tristes, ele responde. Só vendo o filme para entender o que de fato o carteiro quis dizer, porque a sua resposta é pura poesia e poesia não se explica.  

il postini

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Proposta

O meu celular toca.

Sujeito: Tenho uma proposta para te fazer. 

Eu: é mesmo? Qual? 

Sujeito: sabe aquela lasanha que comprei para você? Estou morrendo de vontade. Que tal eu ficar com ela e você ficar com o meu cartão amanhã?

Eu: perfeito. Fechou! 

Sujeito: Put´s, ainda bem que vc. aceitou, porque eu já comi.

P.S. Agora substitua “sujeito” por “marido”. Preciso dizer mais alguma coisa?

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